Tem razão, é muitas vezes uma boa opção optar por obrigações de empresas. Mas não como substituição dos depósitos a prazo. DPs são DPs. Têm um risco mais baixo que obrigações portuguesas.
Agora no nível de risco imediatamente acima, as obrigações, e que já se põe a escolha entre por obrigações do tesouro ou de empresas.
As duas principais desvantagens das segundas é que se empresa vai à falência é difícil conseguir grande parte do valor de volta. Para além disso, salvo raras excepções, os valores mínimos de investimento são perto dos 50 mil euros.
As do estado, se por um lado os haircuts podem ser mais brandos do que numa falência de uma empresa, por outro lado estes podem ser decididos por decisões políticas e não apenas por uma falência.
A minha opinião é que, se econtrar uma empresa decente com uma rentabilidade não muito longe das OTs, e que esteja ao alcance do seu bolso, pense a sério nisso.
Agora não recomendo esvaziar os seus recursos todos em DPs para se atirar às obrigações. O melhor é diversificar.