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    • Fórum actualizado   02-09-2015

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PPR - levantamento.......

35 publicações neste tópico

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Olá

Desejava saber umas informaçõesitas......

então é assim

tenho um ppr no qual tenho que ir mexer por motivos muito fortes, as minhas questões são as seguintes:

1 - o dinheiro que lá coloquei em 2010 como ainda não obtive nenhum beneficio fiscal e vou levanta-lo, tenho que o declarar no IRS?

2 - sei que em 2012 quando preencher a declaração relativa a 2011 vou ter de devolver os beneficios que tive + 1% do valor do capital que tiver levantado, certo?

3 - a minha grande dúvida.......como vou levantar a totalidade (diga-se de passagem que não é muito), o banco vai informar as finanças e nesse montante esta os meus depositos de 2010 ...será que vai haver confusão......se eu não tiver declarado os de 2010..... (remete para a minha 1ª pergunta)

isto está confuso não?????

quem me conseguir dar uma luzita....agradeço

muito obrigada

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1 - Não tens nem deves declarar.

2 - Errado. Tens de devolver os benefícios que tiveste acrescidos de 10% por cada ano que passou. Assim, se em 2008/2009 se tiver deduzido 200€ e em 2009/2010 se deduziram 300€ terá que se devolver 200*1.2 + 300 * 1.1 = 570€.

Por isso, quanto menos tiver que ser levantado, menor a penalização. Convém também confirmar que não se consegue fazer o levantamento ao abrigo de uma das situações previstas na lei (desemprego de longa duração, doença grave ou incapacidade para o trabalho - de qualquer um dos membros do agregado familiar).

3 - O fisco sabe quanto é que foi declarado em cada ano. E o banco provavelmente faz a discriminação dos anos das entregas, por isso não há confusões.

Mais detalhes:

http://www.millenniumbcp.pt/site/conteudos/60/6005/article.jhtml?articleID=1873

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Bom dia

E desde já agradeço a vossa atenção

Sim, o banco vai cobrar uma comissão por o levantamento antecipado, só não sei quanto, ficaram de me dizer, pois iam telefonar para a ocidental vida (millenium bcp).

Pagando no exemplo do PAulo e com as regras do novo orçamento ainda tenho de acrescentar +1% do valor do capital levantado, certo?

Digo isto, porque veio cá a casa (fui mãe há pouco tempo e sou muito babada....)uma colega minha do trabalho (faz os ordenados) e ela disse-me que com o nosso orçamento era os beneficios mais 1% do capital........................mas como ela já se enganou mais vezes, daí ter escrito para o blog.....eheheheheh

tb fui ver o link que o Paulo tinha na sua resposta e fiquei um pouco confusa, ainda vão ficar com mais 20% do valor que eu leventar (as finanças??)

Isto só me faz lembrar o porquê que na secundária não fui para a area da contabilidade..........viva a saúde (tb não segui esta area)

o montante em causa é pouco, mas faz-me falta e com o ano de 2010 faz 4 anos e tenho lá 2300 euros, com tantos impostos......fico sem nada.

Obrigada

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Os tais 10% ao ano são para as Finanças, sim. A questão é que o fisco concede um abatimento ao imposto a quem decidir constituir um PPR (dentro de certos parâmetros e limites) com o pressuposto de apoiar a poupança que cada um vá fazendo para a sua reforma.

Tu decidiste tirar partido desse benefício e, em vez de pagares, imaginemos 5000€ de IRS, pagaste só 4700€.

No entanto, agora estás a querer esse dinheiro de volta. Portanto enganaste o fisco quando disseste que ias poupar esse dinheiro para a reforma e, ainda por cima, tiveste o dinheiro a render...

Portanto, para além do dinheiro que devias ter pago logo na altura, ainda há que pagar juros (afinal o imposto devia ter sido logo pago na altura) e perder o rendimento obtido para se aprender a lição e não tentar enganar o fisco da próxima vez. Eles decidiram que essa penalização seria de 10% ao ano.

Ou seja, imaginando que se investiu 1000€ num PPR há 5 anos e aproveitou 200€ em benefícios fiscais (poupou esse montante em IRS). Se o produto rendeu 3% ao ano, tem hoje um saldo de quase 1160€. Se agora se tentar levantar esse saldo há que pagar 200 + 50% = 300€

* os 200€ são o que se devia ter logo pago a mais de imposto na altura

* os outros 100€  são a penalização

* resultado líquido - em 5 anos, 800€ (+200€ pedidos "emprestados") renderam apenas 60€ (1,5% ao ano, mais ou menos)

Já agora, este levantamento entra na declaração do ano seguinte, e a penalização é acrescentada ao imposto a pagar. Muita gente não se apercebe bem disto quando levanta o dinheiro, julga que fica logo tudo pago. Quando chega o ano seguinte, ao receber o resultado da declaração de IRS é que fica muita admirada (e às vezes aflita, porque não pôs dinheiro suficiente de lado).

Moral da história: um PPR não é uma boa aplicação para amealhar algum dinheiro para uma emergência, uma vez que se trata de um produto que não tem liquidez (não se pode movimentar sem penalizações graves, pelo menos quando se aproveita os benefícios fiscais).

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Olá Paulo

Muito obrigada, a minha lição ficou estudada......ehehehe, o dinheiro vai ficar lá "sogadito"

A tua explicação foi bem clara, muito obrigada

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Já agora, e partindo do mesmo tema, num caso de desemprego pode-se levantar sem penalizações? em qualquer altura/montante? e os juros que se adquiriram?

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Já agora, e partindo do mesmo tema, num caso de desemprego pode-se levantar sem penalizações? em qualquer altura/montante? e os juros que se adquiriram?

Em caso de desemprego de longa duração (desempregado e inscrito no centro de emprego há mais de um ano), o PPR pode ser levantado sem penalizações, sim (eventualmente haverá comissões de resgate a pagar ao banco).

Relativamente aos juros, sofrem retenção na fonte a uma taxa que depende de há quanto tempo foram feitas as entregas para o PPR.

(agora que penso nisso, seria a esses 20% que a kiki se referia há bocado?

No exemplo que dei, como já tinham passado mais de 5 anos, o banco faria a retenção na fonte de 160 * 16% = 25,6€ para entregar ao fisco a título de imposto sobre os rendimentos obtidos - ou seja, os 60€ de lucro bruto afinal são pouco mais de 30€ de lucro líquido :P

E claro, ainda há a comissão bancária...)

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Eu devo ter sido "enganado" na altura em que negociei o meu CH, pois sempre me foi dito pelo gerente (com quem negociei) que o PPR que constitui, poderia ser movimentado sem penalizações desde que não usufruísse de benefícios fiscais.

O facto é que eu nunca tive necessidade de incluir esta aplicação nas minhas declarações fiscais.

Estava a pensar usar esse capital para abater ao capital em divida no meu CH, mas já estou a ver que não vai ser bem assim.

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Eu devo ter sido "enganado" na altura em que negociei o meu CH, pois sempre me foi dito pelo gerente (com quem negociei) que o PPR que constitui, poderia ser movimentado sem penalizações desde que não usufruísse de benefícios fiscais.

E é verdade, onde é que aqui alguém disse o contrário?

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Então os PPR apresentam liquidez imediata para todos aqueles que não usufruam de benefícios fiscais. Certo?

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Então os PPR apresentam liquidez imediata para todos aqueles que não usufruam de benefícios fiscais. Certo?

Eu diria que sim (alguém me corrija se não concordar).

Mas com as comissões que esses produtos costumam ter e o factor de incerteza relativamente à remuneração, sem o benefício fiscal normalmente não são produtos interessantes... (como em tudo há excepções, claro).

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No meu caso, nem é uma questão de rendibilidade, mas sim de obrigatoriedade contratual via CH.

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tenho um ppr no qual tenho que ir mexer por motivos muito fortes, as minhas questões são as seguintes:

1 - o dinheiro que lá coloquei em 2010 como ainda não obtive nenhum beneficio fiscal e vou levanta-lo, tenho que o declarar no IRS?

2 - sei que em 2012 quando preencher a declaração relativa a 2011 vou ter de devolver os beneficios que tive + 1% do valor do capital que tiver levantado, certo?

3 - a minha grande dúvida.......como vou levantar a totalidade (diga-se de passagem que não é muito), o banco vai informar as finanças e nesse montante esta os meus depositos de 2010 ...será que vai haver confusão......se eu não tiver declarado os de 2010..... (remete para a minha 1ª pergunta)

isto está confuso não?????

1. Provavelmente já não irei acrescentar nada de novo, mas se efectuou um PPR como condição para reduzir o spread e nunca o declarou no IRS, porque motivo iria receber benefício fiscal?

2. Mas quais benefícios?

3. Se é daqueles PPR's apenas com uma taxa atractiva e nunca o declarou no IRS, pode levantá-lo em qualquer altura, desde que nos prazos indicados pelo produto. Antecipadamente, terá de cumprir com as condições do contrato.

4. Embora não saiba o tipo de PPR que efectuou com a entidade bancária, não deve esquecer que se eliminar esse produto é natural que o spread do seu crédito à habitação suba. O melhor é procurar saber se o pode trocar por outro produto, ou se mais vale fazer uma poupança paralela como forma de compensar "os motivos muito fortes".

5. Se esses "motivos muito fortes" se relacionarem com desemprego, o melhor mesmo é expor a situação na entidade bancária para saber se não haverá um periodo no qual não será penalizado no spread do seu crédito à habitação!...

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Então os PPR apresentam liquidez imediata para todos aqueles que não usufruam de benefícios fiscais. Certo?

Mas o PPR está associado ao crédito à habitação ou não?

Se estiver, é natural que com o seu levantamento sofra um agravamento no seu spread. Se não estiver associado, então pode levantar, pagando naturalmente as comissões associadas!...

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1. Provavelmente já não irei acrescentar nada de novo, mas se efectuou um PPR como condição para reduzir o spread e nunca o declarou no IRS, porque motivo iria receber benefício fiscal?

2. Mas quais benefícios?

3. Se é daqueles PPR's apenas com uma taxa atractiva e nunca o declarou no IRS, pode levantá-lo em qualquer altura, desde que nos prazos indicados pelo produto. Antecipadamente, terá de cumprir com as condições do contrato.

4. Embora não saiba o tipo de PPR que efectuou com a entidade bancária, não deve esquecer que se eliminar esse produto é natural que o spread do seu crédito à habitação suba. O melhor é procurar saber se o pode trocar por outro produto, ou se mais vale fazer uma poupança paralela como forma de compensar "os motivos muito fortes".

5. Se esses "motivos muito fortes" se relacionarem com desemprego, o melhor mesmo é expor a situação na entidade bancária para saber se não haverá um periodo no qual não será penalizado no spread do seu crédito à habitação!...

Se não estiver relacionado com crédito à habitação esqueça o ponto 5!...  :P

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No meu caso, existe a "obrigação" de mensalmente efectuar um reforço no PPR.

Não creio que o levantamento seja penalizador a nivel do spread.

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Olá :D

No meu caso o PPR não está associado ao crédito habitação.

Foi feito tendo em vista os beneficios fiscais, pois tinha acabado a poupança habitação............... e eu tinha começado a trabalhar à pouco tempo e tb morava em casa dos pais. ;D

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Boa tarde,

Desculpem lançar a confusão ao tema mas tive hoje confirmação das Finanças que com o novo OE ao resgatar o PPR tem que devolver os beneficios fiscais recebidos + penalização de 1% do capital levantado (só e apenas). Poderá ainda eventualmente pagar uma penalização ao banco/seguradora.

Cumprimentos,

Nuno

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Olá outra vez ;D

Fui esta semana ás finanças por causa do nº de contribuinte para a bebé ( se não não tenho facturas..... >:( )e lá tb me disseram isso....quanto ao escrito......pois, escrito é que convinha....vou ler a lei do orçamento que o Paulo disponibilizou e se achar comunico.

Obrigada ;D

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Boa noite

ainda no seguimento desta questao do levantamento do PPR, tenho duvidas e perdoem a minha ignorancia  :-[

1- o meu PPR foi constituido em 2005 e disseram-me que poderia fazer um levantamento nesta altura ( em caso de extrema necessidade como é o caso) porque nao teria que devolver os beneficios fiscais,pois isso só se aplica a PPR´s  até 3 anos ou até 5 anos,como o meu já ultrapassou esse prazo , nao o teria que fazer. Será assim?

2 - Se o que me disseram está errado,onde e como é que eu calculo o que terei de devolver? como faço esse calculo? tem a haver com o prazo,com as entregas e ou os montantes?

Obrigada pela vossa atençao.  :)

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Olá Luisa

Por o andar da carruagem tb tenho que lá ir mexer........não queria mas estou a ver o caso bem negro.

As suas dúvidas tb são as minhas (a pergunta 2).

beijocas

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Condições de resgate do PPR

O Plano Poupança Reforma só pode ser resgatado pelo Segurado total ou parcialmente. O resgate da Apólice poderá ser efectuado quando o Segurado se encontrar numa das situações indicadas no n.º 1 do Artigo 4º do Decreto-Lei nº 158/2002 de 2 de Julho:

a) Reforma por Velhice do Segurado desde que tenham decorrido cinco anos após o pagamento do prémio único;

B) Desemprego de longa duração do Segurado ou de qualquer dos membros do seu agregado familiar;

c) Incapacidade permanente do Segurado para o trabalho, ou de qualquer dos membros do seu agregado familiar, qualquer que seja a sua causa;

d) Doença grave do Segurado, ou de qualquer dos membros do seu agregado familiar;

e) A partir dos 60 anos de idade do Segurado desde que tenham decorrido cinco anos após o pagamento do prémio único;

f) Frequência ou ingresso do Segurado ou de qualquer um dos membros do seu agregado familiar em Curso do ensino profissional ou do ensino superior, quando geradores de despesas no ano respectivo desde que tenham decorrido cinco anos após o pagamento do prémio único (Ler OBS.).

Nas situações em que o PPR/E seja um bem comum por força do regime de bens do casal, releva a situação pessoal de qualquer um dos cônjuges, independentemente do Segurado, admitindo-se o reembolso quando ocorra a reforma por velhice, ou por obtenção da idade de 60 anos do Cônjuge não Segurado, desde que sejam decorridos cinco anos após o pagamento do prémio único.

Se na data de subscrição o Segurado, ou qualquer dos membros do seu agregado familiar, se encontrar numa das situações previstas nas alíneas B), c) e d) do n.º 1 do Artigo 4º do Decreto-Lei n.º 158/2002 de 2 de Julho, o resgate com fundamento nessa mesma situação só pode ocorrer depois de decorridos 5 anos após o pagamento do prémio único.

Fora das situações previstas nos parágrafos anteriores apenas é permitido o resgate total do PPR/E e implica as consequências fiscais definidas nos nºs 4 e 5 do artigo 21º do Estatuto dos Benefícios Fiscais.

OBS. actualmente, os valores usados para estes fins perdem os benefícios fiscais.

Alguma dúvida, disponham!...  ;)

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Caros senhores,

Falando de levantamento antecipado de PPR, separei-me en 2010 e na altura, por questões financeiras, levantei a PPR que tinha feito e que já tnha acumulado o valor aproximado de 1300 euros.

Quando o fiz, o banco cobrou a respectiva comissão e devolveu-me um cheque de cerca de 1100 euros. No ano anterior fiz referência a esse PPR quando preenchi o IRS, mas julgo que apesar disso, não devo ter tido benefícios fiscais por esse motivo, isto porque ao fazer a simulação na altura, declarando ou não a poupança reforma, o valor que eu tinha a receber era igual.

Alguém me pode esclarecer isto por favor?

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